planejamento financeiro para condomínios

Confira 6 dicas de planejamento financeiro para condomínios

Na gestão de qualquer condomínio, seja qual for o seu tamanho, são vários os recursos e projetos envolvidos. Por isso, para garantir uma maior satisfação dos condôminos e o crescimento da valorização patrimonial, é preciso ter um bom planejamento financeiro. Caso contrário, alguns descuidos podem afetar a saúde financeira do prédio e trazer prejuízos a todos.

Neste artigo, veremos seis dicas práticas de planejamento financeiro para condomínios, além de possíveis falhas que devem ser evitadas nesse processo. Quer entender mais? Então continue a leitura para conferir!

6 dicas de planejamento financeiro para condomínios

1. Liste as despesas ordinárias e extraordinárias

É crucial entender o que são as despesas ordinárias e extraordinárias para que o síndico possa fazer uma gestão eficaz, pois evita problemas com o fluxo de caixa e conflitos com moradores.

Vale ressaltar, também, que um software de gestão específico para a administração condominial é de grande utilidade nessa tarefa.

As despesas ordinárias, basicamente, são os gastos rotineiros e reservados à manutenção do condomínio, efetuados com certa frequência.

Inclui-se aqui despesas com funcionários (remuneração, INSS, férias, FGTS, 13º salários), conservação e manutenção dos equipamentos elétricos, elevadores, áreas comuns etc. Também estão inclusos os gastos com o consumo de água, luz e gás, materiais de limpeza e seguros.

Já as despesas extraordinárias são aquelas que não se referem aos gastos cotidianos. Exemplos disso são:

  • indenizações trabalhistas;
  • obras de reformas;
  • instalação de equipamentos de segurança e lazer;
  • projetos de decoração e paisagismo;
  • fundo de reserva — de que falaremos a seguir.

2. Considere a existência de fundos

Alguns condomínios têm fundos específicos, como o de reserva e o de obras. O fundo de reserva é o mais comum, tendo a finalidade de arcar com despesas extraordinárias, questões imprevisíveis e em caráter de urgência. Ou seja, é uma espécie de poupança do condomínio, para assegurar a oferta de seus serviços.

Já o fundo de obras tem como objetivo subsidiar as obras de aprimoramento da infraestrutura do prédio. Ambos fundos são custeados pelos condôminos, exigindo uma cobrança extra — por isso, é importante levá-los em consideração no planejamento financeiro para condomínios.

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3. Analise bem os contratos

É comum que um síndico estabeleça contratos de prestação de serviços para garantir que o edifício continue funcionando devidamente. Com o tempo, no entanto, é possível que eles fiquem defasados em relação ao mercado, por causa dos índices anuais de reajuste.

Em razão disso, uma ótima maneira de diminuir as despesas do condomínio é analisar bem todos os contratos no momento de elaborar um planejamento financeiro para condomínios.

4. Preveja a inadimplência

Fazer uma previsão da quantidade de moradores inadimplentes é importante para não se ter problemas de atraso no pagamento das contas e complicações na manutenção de um prédio.

Isso pode ser feito analisando-se os índices de inadimplência dos anos anteriores e fazendo uma reserva de prevenção, para poupar-se de situações desagradáveis no futuro, referentes ao pagamento das contas. Há várias maneiras práticas e eficientes de evitar essa inadimplência:

  • oferecer diversas opções de pagamento (boleto bancário, cartão de débito ou crédito, cheque, dinheiro etc.);
  • enviar contas ou boletos com antecedência para os moradores;
  • conscientizar a todos sobre a importância do pagamento em dia, deixando claro o que é realizado com o valor arrecadado.

5. Compare com os anos anteriores

Uma outra dica para fazer o planejamento financeiro do condomínio é comparar com orçamentos dos anos anteriores para que sirvam de base.

Por isso é importante que você mantenha os orçamentos anteriores em fácil acesso. As planilhas online são excelentes para essa finalidade. já que permitem que você visualize os gastos e receitas de anos anteriores para planejar o ano seguinte.

6. Faça poupança para manutenções preventivas

É fundamental realizar manutenções preventivas periodicamente, para prevenir problemas em áreas e outros elementos de uso público no condomínio, evitando despesas com as manutenções tardias e não planejadas. Então, para que tudo no empreendimento funcione corretamente, também é necessário ter uma poupança destinada às despesas dessa manutenção.

Enfim, como vimos, o planejamento financeiro de um condomínio está diretamente conectado a uma boa gestão. Afinal, administrar os recursos em benefício do edifício é praticável apenas com um bom plano.

Justamente por isso, é importante contar com o apoio de uma consultoria para analisar melhor todos os gastos. Assim é possível reduzir gastos e o risco de penalizações legais, além de contar com assistência em assembleias condominiais e na contratação de seguros!

Gostou destas dicas sobre o planejamento financeiro para condomínios? Então, aproveite a visita em nosso blog e confira também como fazer uma boa gestão de condomínio!

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